Brasil

Lauro Chaman é bronze na crono dos Jogos Paralímpicos Rio 2016

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Lauro Chaman no bronze. (Foto: Marco Antonio Teixeira/CPB)

Lauro Chaman no bronze. (Foto: Marco Antonio Teixeira/CPB)

O ciclista Lauro Cesar Chaman conquistou hoje (14) a medalha de bronze para o Brasil na disputa contrarrelógio C5 do ciclismo de estrada, nos Jogos Paralímpicos Rio 2016. Ele terminou o percurso de 30 km em 37min37s43. Soelito Gohr, outro brasileiro na disputa, ficou com o nono lugar na prova, disputada na Praia do Pontal, zona oeste do Rio de Janeiro.

“Não tenho palavras para descrever esse momento. É muito gratificante ajudar meu país a subir no pódio, mas uma emoção única conquistar uma medalha paralímpica, ainda mais em casa, com a torcida toda gritando seu nome, te motivando. Esse resultado é fruto de muito suor, treino, sacrifícios… Nossa modalidade vem crescendo muito nos últimos anos e espero que isso ajude a fomentar ainda mais o paraciclismo em todo o Brasil”, contou o medalhista paralímpico.

Lauro Chaman no largada da prova. (Foto: Marco Antonio Teixeira/MPIX/CPB)

Lauro Chaman no largada da prova. (Foto: Marco Antonio Teixeira/MPIX/CPB)

A medalha de ouro ficou com o ucraniano Yehor Dementyev, que fez o tempo de 36min53s23, e a prata com o australiano Alistair Donohoe que terminou a prova em 37min33s36.

Lauro Chaman comemora a medalha de bronze. (Foto: Marco Antonio Teixeira/MPIX/CPB)

Lauro Chaman comemora a medalha de bronze. (Foto: Marco Antonio Teixeira/MPIX/CPB)

O Brasil também foi representado na prova de contrarrelógio por Jady Malavazzi na handbike H3 feminina e pela dupla Marcia Fanhani e Mariane Ferreira no Tandem B feminino. Jady comemorou muito a boa performance, cruzando a linha de chegada em sexto lugar (35min33s), há apenas 2 minutos da campeã paralímpica, a britânica Karen Darke (33min44s). Completaram o pódio a norte-americana Alicia Dana, prata, e a italiana Francesca Porcellato, bronze. Na disputa para deficientes visuais, Marcia Fanhani e sua piloto Mariane alcançaram o 16º lugar na categoria B, que teve no pódio a irlandesa Katie Dunlevy em primeiro, a japonesa Yuri Kanuma em segundo e a britânica Lora Turnham em terceiro.

Jady Malavazzi. (Foto: Marcelo Regua/MPIX/CPB)

Jady Malavazzi. (Foto: Marcelo Regua/MPIX/CPB)

Seja na prova de resistência ou de contrarrelógio, o ciclismo de estrada está presente nos Jogos Paralímpicos desde Nova York/Stoke Mandeville 1984. Na Rio 2016, estão sendo disputadas 33 modalidades.

Os atletas competem em bicicletas diferentes, de acordo com sua capacidade funcional. Quanto menor for o número associado, maior é o grau de deficiência do atleta.

– C1-C5 – Atletas amputados, com potência muscular ou coordenação limitadas, que competem em bicicletas normais

– H1-H5 – Atletas com capacidade limitada nas pernas, nos braços e no tronco, usam handbikes (modelos de bicicleta em que o impulso é dado com as mãos)

– T1-T2 – Atletas com coordenação e equilíbrio limitados, competem em triciclos

– TB – Atletas com deficiência visual, competem na bicicleta tandem, com dois assentos (o ciclista que vai na frente não tem deficiência visual)

* Com informações da Agência Brasil e CBC

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